sexta-feira, 15 de maio de 2015
domingo, 10 de maio de 2015
Metade dos pastores acredita que igrejas do futuro serão apenas on-line
Com regularidade o
Instituto Barna faz pesquisas sobre as tendências das igrejas americanas. De
maneira geral elas servem para apontar os rumos que serão seguidos por muitas
outras ao redor do mundo.
A pesquisa mais recente do Barna analisa a
influência da internet no trabalho eclesiástico. A última análise desse tipo
feita pelo Instituto foi realizada no ano 2000.
Hoje, cerca de 1 em
cada 7 pastores (13%) dizem que embora a internet esteja sendo usada para
“espalhar heresias espirituais e distorcer o cristianismo”, tem o potencial de
“espalhar o cristianismo autêntico”. Em comparação, 17% dizia o mesmo em
2000.
Cinquenta e cinco
por cento dos pastores acredita que as igrejas precisam ter um site e
significativa presença na internet para manter a sua eficácia. Em 2000,
apenas 1 em 4 (26%) sentia o mesmo.
Pouco mais da
metade dos pastores (54%) acredita que a presença significativa na internet
(disponibilização de material, textos, mp3, vídeos, etc….) é um bom
investimento do dinheiro de sua igreja. Em 2000, apenas 1 em cada 3 (31%)
concordava com isso.
Nesses quinze anos,
a internet influenciou muito a maneira das pessoas se comunicarem.
Especialmente com a popularização das redes sociais e o surgimento dos
smartphones. Talvez por isso, 47% dos pastores de hoje concordam que a
tendência é o crescimento do número de pessoas que vão vivenciar a sua fé
exclusivamente através da internet dentro da próxima década. Para 11% isso é
“inevitável” e apenas 17% acreditam que isso não ocorrerá de maneira nenhuma
(eram 26% em 2000).
Isso é um
problema? Teologicamente não, de acordo com 9 em cada 10 pastores. Oitenta
e sete por cento disse ao Grupo Barna que é “teologicamente aceitável” buscar a
“assistência fé” ou “ter experiências religiosas” on-line. Quase 4 em cada
10 pastores (39%) dizem que eles mesmos já fazem isso de alguma maneira. Em
2000 a maioria (78%) não acreditava que as experiências religiosas apenas
online eram teologicamente aceitáveis, e apenas 15% admitiam usar a internet
para sua própria edificação.
Entre as outras
descobertas do Barna destaca-se que o uso de computadores como essencial.
Apenas 4% dos pastores não acreditam nisso. Em 2000, a rejeição era de 17%. Com
isso, as redes sociais passaram a ser como uma ferramenta de trabalho para a
maioria dos pastores.
Mais da metade
deles afirmam que suas igrejas (57%) usam ativamente o Facebook, enquanto 21%
usa o Twitter. Individualmente, dois terços dos pastores (66%) relatam ter
perfil no Facebook, enquanto quase um quarto afirmava usar o Twitter ou ter um
blog pessoal (23% e 22%, respectivamente).
O foco principal é
o de manter relacionamentos (80% comparado com 64% em 2000). Também admitem
usar a internet para “experiências religiosas” (39% versus 15% em 2000) e
evangelização (26% contra 9% em 2000).
Analisando
a tendência
Roxanne Stone, a
vice-presidente do Barna Group acredita que a popularização dos videos e mp3
compartilhados e o fácil acesso a sermões de todo tipo de igreja tem
influenciado os cristãos mais do que se pode calcular.
“Pastores e líderes
de igrejas cada vez mais percebem o quanto do seu ministério real agora
acontece on-line… Além disso, a maioria dos líderes conhecem o potencial de
ligação contínua com os membros e visitantes através da Internet.
Podcasts, a mídia social, blogs, perguntas e debate sobre o sermão e até
mesmo pedidos de oração da comunidade. Não importa o tamanho da igreja, a
Internet tornou-se e vai continuar sendo uma ferramenta vital para a divulgação
do evangelho e até mesmo na formação espiritual”, afirmou.
Contudo, ela
acredita que a maioria dos pastores não aceita facilmente que a Internet
poderia substituir a igreja local como meio de comunhão espiritual ou
crescimento para as pessoas.
“Grande parte do
trabalho de um pastor é focado na presença: a presença de uma comunidade de
crentes, a presença na comunhão [ceia], presença no serviço dos outros, a
presença na oração e adoração comunitária. A Internet pode oferecer um
complemento importante e acessível a estas atividades físicas, mas os pastores
não estão preparados para admitir que elas podem substituir totalmente a
experiência no mundo real”. Com
informações Christianity Today
Pesquisa mostra as heresias mais comuns nas igrejas modernas
Levantamento da Lifeway mostra
que evangélicos não conhecem doutrinas básicas do cristianismo
A mais recente
pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay é intitulada “Americanos acreditam no céu, inferno e em algumas heresias”.
Encomendada pela Ligonier Ministries e publicada ontem (28), recebeu destaque
em vários sites de conteúdo evangélico.
O material revela
que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade,
a salvação, e outras doutrinas. Segundo os padrões dos conselhos mais
importantes da Igreja primitiva, essas posturas seriam consideradas heréticas.
Os pesquisadores
fizeram 43 perguntas sobre fé, abordando temas como pecado, salvação, Bíblia e
vida após a morte. A pesquisa feita com 3 mil pessoas tem uma margem de erro de
1,8% e seu nível de confiança é de 95%.
As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.
As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.
Por outro lado, 55%
dos evangélicos dizem que o inferno é um lugar real, contra 66% dos católicos.
Na média, os americanos não parecem muito preocupados com o pecado ou em irem
para o inferno depois de morrer. Dois terços (67%) dizem que a maioria das
pessoas são basicamente boas, apesar de todos os seus pecados. Apenas 18%
acredita que até mesmo pequenos pecados podem resultar em condenação eterna,
enquanto pouco mais da metade (55%) dizem que Deus tem “um lado irado”.
A importância desse
tipo de levantamento é a grande influência que a igreja americana tem sobre a
maioria das igrejas do mundo ocidental. Segundo Stephen Nichols, diretor
acadêmico da Ligonier, os dados mostram “um nível significativo de confusão
teológica”. Muitos evangélicos não têm visões em harmonia com a Bíblia sobre
Deus ou os seres humanos, especialmente em questões de salvação e do Espírito
Santo, acrescentou.
Alguns pontos têm
variação expressiva dependendo da tradição teológica a que a pessoa
entrevistada pertence. Porém, em algumas questões os resultados surpreendem. Em
alguns casos, o problema parece ser mais a falta de informação.
Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.
Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.
Ao mesmo tempo, por
exemplo, apenas 6% dos evangélicos acham que o “Livro de Mórmon” é uma
revelação de Deus, enquanto outros 18% “não tem certeza e acham que pode ser”.
Possivelmente desconhecem que os mórmons são uma seita e que, para eles, Jesus
e o Diabo são irmãos, filhos do Deus-pai, que vive em outro planeta.
Perguntados sobre a
natureza de Jesus, um terço (31%) disse que Deus, o Pai é mais divino do
que Jesus, enquanto 9% não tinham certeza. Além disso, 27% dizem que Jesus foi
a primeira criação de Deus, e outros 11% não tinham certeza.
No segundo e
terceiro século, proeminentes teólogos e líderes da igreja debateram por muito
tempo sobre a natureza. O concílio ecumênico da Igreja em Nicéia, no ano 325, e
o concílio ecumênico de Constantinopla, em 381 declararam sua rejeição a
qualquer ensinamento que defendia que Jesus não era um com o pai, da mesma
substância. Logo, tratar Jesus como um ser criado e menor que Deus-Pai não é um
ensinamento cristão, embora permaneça sendo ensinado por seitas como os mórmons
e os Testemunhas de Jeová.
Na mesma época,
concílios ecumêmicos também esclareceram que a Trindade era composta por Pai,
Filho e Espírito Santo, sem diferença de essência ou hierarquia entre eles.
Quando questionados sobre a pessoa do Espírito Santo, os evangélicos de 2014
revelam posturas ainda problemáticas. Mais da metade (58%) disse que o Espírito
Santo é uma força, não uma pessoa. Enquando 7% disse não ter certeza. Sobre o
Espírito Santo ser menos divino do que Deus Pai e Jesus, 18% concordaram e o
mesmo percentual respondeu “não sei”. Já dois terços dos católicos (75%)
responderam acreditar que o Espírito Santo é apenas uma “força divina”.
A natureza humana e
a salvação são outras áreas que mostram confusão nas respostas. Dois em cada
três evangélicos (71%) dizem que uma pessoa será salva se buscar a Deus
primeiro, e depois Deus responde com sua graça. Uma percentagem semelhante
(67%) disse que as pessoas têm a capacidade de se converter a Deus apenas por
sua própria iniciativa. Ao mesmo tempo, mais da metade (56%) disse que as
pessoas têm de contribuir para a sua própria salvação.
Essa parece ser a
questão que ainda suscita mais debate. A tradição mais comum entre católicos
romanos, ortodoxos e aguns ramos protestantes defende que os seres humanos
cooperam com a graça de Deus na salvação. O ensinamento cristão histórico em
todos os ramos é que qualquer ação por parte do homem será apenas uma resposta
à obra do Espírito de Deus.
Ao serem
perguntados sobre a igreja local, 52% acreditam que não há necessidade de
pertenceram a uma igreja, pois buscar a Deus sozinho tem o mesmo valor que a
adoração comunitária. Ao mesmo tempo, 56% disseram crer que o sermão do pastor
não tem “qualquer autoridade” sobre eles. Quarenta e cinco por cento dos
entrevistados acredita que tem o direito de interpretar as Escrituras como
quiserem.
Teólogos
comentam
A revista Christianity Today consultou teólogos sobre os
resultados da pesquisa. Para Nichols, a Ligonier apenas está verificando o
que muitos pastores já sabem: as pessoas não conhecem sua fé a fundo.
Timothy Larsen,
professor do pensamento cristão no Wheaton College, afirma que isso só poderá
ser revertido com mais discipulado bíblico. John Stackhouse, professor de
teologia no Regent College, em Vancouver, é enfático: “Um sermão no domingo e
um estudo bíblico simples durante a semana não é suficiente para informar e
transformar a mente das pessoas para seguirem a teologia cristã ortodoxa.”
Ele acredita que é
preciso mais empenho dos que pregam para deixar claro o que a Bíblia ensina
sobre essas questões-chaves. Opinião parecida tem Beth Felker Jones, professora
de Teologia no Wheaton College: “Os líderes da Igreja precisam ser capazes de
ensinar a verdade da fé com clareza e precisão, e nós precisamos ser capazes de
mostrar às pessoas por que isso é importante para as nossas vidas.”
Howard Snyder,
ex-professor de em vários seminários conhecidos, enfatiza que a doutrina da
Trindade não é um “conceito teológico abstrato, mas uma verdade cristã
fundamental que nos informa sobre o Deus que adoramos, que somos como seres
humanos, e toda a criação”.
Na análise do
diretor da LifeWay, Ed Stetzer, o evangélico médio “gosta de acreditar em um
tipo de Deus quase cristão, com doutrinas incompletas”.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
VICIADOS EM SEXO
Vício em sexo
O vício sexual, também chamada de dependência sexual, hipersexualidade, ninfomania (em mulheres), satiriasis (nos homens), comportamento sexual compulsivo ou compulsão sexual, refere-se ao fenômeno no qual os indivíduos são incapazes de controlar seu comportamento sexual.
Esta necessidade de sexo excepcionalmente intenso e que afeta todos os aspectos da vida diária do doente (relacionamentos, trabalho ...) é precedida de auto-estimulação ou masturbação compulsiva, múltiplos parceiros sexuais, em uma noite, bem como múltiplos parceiros sexuais para tempo, o uso persistente de pornografia, sexo cibernético, a prostituição, exibicionismo, voyeurismo, assédio sexual ...
Mas o que ele faz? Nenhum perito pode concordar sobre por que algumas pessoas se tornam viciadas em sexo, mas, cada vez mais, apoiar a teoria de que o vício em sexo pode estar relacionado a uma anormalidade bioquímica ou certas mudanças químicas no cérebro. Assim como não existe um mecanismo de sobrevivência e recompensas em nosso cérebro sobre comida ou drogas, pode haver um caminho comum em relação ao interesse em sexo.
Alguns estudos têm apontado para as lesões no córtex pré-frontal medial do resultado do cérebro no comportamento sexual compulsivo. Da mesma forma, pessoas de famílias disfuncionais ou abusadas são mais propensos a cair nesta indivíduos distúrbio sexual.
domingo, 24 de agosto de 2014
Inaptos para decidir
Por Renato César
Todos aqueles que frequentam este blog e outros tantos que tratam da polêmica questão da existência do livre-arbítrio já se depararam com extensos argumentos em torno da liberdade humana para a salvação. Longe de querer estabelecer um fim a toda a discussão em volta do tema, desejo trazer à baila algumas observações que julgo relevantes para o entendimento da participação supostamente livre do indivíduo no ato de sua conversão. Meu intuito é refletir a respeito de um aspecto básico: como definir se alguém é espiritualmente capaz para decidir?
Salvo exceções, todos querem o melhor para si. Assim, qualquer ser humano mentalmente capaz e sadio que esteja diante de dois caminhos, sendo que um conduz à vida e o outro à morte, irá escolher, naturalmente, o melhor caminho para si, que é, obviamente, o caminho da vida. Assim, se um indivíduo escolhe a morte, devemos supor que ele atravessa um terrível quadro de depressão ou é tão louco quanto uma pessoa que rasga dinheiro, e não vemos loucos rasgando dinheiro com muita facilidade. É claro que, em casos extremos, alguns poderiam escolher o caminho da morte por convicções pessoais, mas neste caso estariam fazendo isso pelo enganoso convencimento de ser o melhor, e não o pior, e logo estariam sendo traídos pela razão, equiparando-se a loucos.
Enfim, o ser humano nasce com um instinto de autopreservação, que explica facilmente o medo que muitos tem da morte. Esse instinto está presente na natureza de cada pessoa, e é este mesmo instinto que irá motivar cada uma a buscar sempre o melhor para si: paz, conforto, saúde... e vida. Se isso é verdade, então temos que se alguém escolhe sofrer ou morrer está indo contra seus próprios instintos de sobrevivência.
Quando alguém rejeita o evangelho, o que este alguém está dizendo para Deus é algo como: “Olha, Senhor, a proposta de uma vida eterna plenamente feliz parece muito boa, mas eu prefiro meus poucos segundos aqui na Terra de aparente felicidade e autorrealização para depois passar a eternidade morta”. É claro que isso não faz o menor sentido. Logo, deve haver alguma justificativa minimamente razoável que explique a opção que alguém faz pela autodestruição. Ou este alguém é louco ou está muito doente.
Não à toa Jesus proferiu a parábola do homem rico de Lucas 12:16-20, que termina assim: “Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”. Somente um louco pensaria que o pouco tempo que tem neste mundo seria justificativa para viver uma vida materialista e esvaziada de valores espirituais. E é exatamente isso que a acontece! O homem parece louco por rejeitar a Deus e preferir os prazeres terrenos. Sua mente está terrivelmente doente, e por isso ele não consegue optar pelo que é obviamente bom nem consegue ver o que está evidente, e esta é, e sempre será, uma pedra no sapato dos libertaristas.
Os que advogam a plena liberdade humana, como um suposto estado de neutralidade entre o bem e o mal em que cada um se encontra ao escolher o que é melhor para si, precisam explicar como alguém em pleno juízo pode simplesmente optar por aquilo que lhe é desfavorável. Mas não pode haver qualquer explicação razoável a não ser que a visão e compreensão que este alguém tem das coisas espirituais esteja fatalmente prejudicada, do mesmo modo que não há como argumentar que alguém que quer se matar esteja em pleno estado de consciência quando o normal, natural e bíblico é preservar a si próprio.
Somente a incapacidade espiritual para compreender a mensagem da cruz pode explicar a rejeição ao evangelho, pois qualquer um que entende realmente a dádiva da salvação jamais a rejeita, mas, ao contrário, humilha-se diante de seu Criador com um coração contrito e arrependido por reconhecer o estado de pecado no qual se encontra e perceber a maravilhosa graça manifesta na cruz do Calvário.
Os que acusam calvinistas de incoerentes ou antibíblicos precisam, no mínimo, explicar o que leva alguém a preferir o prazer fugaz desta vida em vez da alegria da vida eterna junto ao Rei dos reis. Afinal, é bem mais fácil aceitar que o Deus soberano e infinitamente mais sábio que nós humanos tenha eleito incondicionalmente apenas alguns para a salvação segundo Seu propósito do que concordar com a ideia de uma liberdade que conduz à morte, representando, incontestavelmente, uma incoerência com a lógica mais fundamental existente em torno do desejo de viver inerente ao ser humano.
As seis principais faltas do evangélico neopentecostal
Por Pr. Marcos Granconato
O que distingue o "evangélico" moderno do crente verdadeiro? O que é, ou como é, o evangélico neopentecostal?
Falta de senso crítico. O neopentecostal dá crédito fácil à mentira. Ele aceita com facilidade qualquer invenção que aparece sem questionar nada, bastando apenas que o líder diga tudo com ares de autoridade e com alguns "aleluias". (At 17.11; Ef 4.14-15)
Falta de disposição para aceitar a correção. É inútil mostrar biblicamente ao neopentecostal que ele está errado. Ele dirá que a Bíblia pode ser interpretada das mais variadas maneiras e desprezará todas as evidências da Palavra de Deus que militem contra suas crendices (2 Tm 3.8; 4.3-4)
Falta de interesse no estudo bíblico sério e profundo. O neopentecostal é um grande ignorante da Palavra de Deus. Ele não vê o estudo teológico como algo importante. Geralmente ele diz que estudar a Bíblia ou a teologia é uma prática carnal. Para fundamentar essa crença, é usado 2 Coríntios 3.6 (entendem que a frase "a letra mata" é uma censura de Paulo contra o estudo!!!). O que existe na verdade é uma imensa preguiça intelectual e uma falta absoluta de interesse pelo que Deus ensina em sua Palavra. Assim, não há ênfase na pregação e no estudo sério das Escrituras no meio neopentecostal. A ênfase maior é no louvor, nas supostas curas, nas expulsões de demônios, nos cultos de libertação e coisas do tipo. (1 Co 1.21; 1 Tm 3.15; 2 Tm 2.15)
Falta de história de conversão. Os neopentecostais não têm uma história de conversão (1 Co 6.9-11; 1 Ts 1.9-10). Se forem questionados sobre como ou quando se converteram, dirão geralmente que foram numa determinada comunidade e ali viram curas ou alguma outra coisa que os impressionou; dirão que o pastor adivinhou algo sobre a vida deles ou que os problemas que tinham começaram a desaparecer, levando-os a se firmar na igreja. Nada dizem sobre arrependimento pessoal, confissão de pecados, perdão, novo nascimento ou outras coisas próprias da conversão. Talvez o maior problema do neopentecostal é o fato dele não ser um crente verdadeiro (2 Co 13.5;).
Falta de vida cristã exemplar. O neopentecostal tem um testemunho de vida moral horrível. Ele não se preocupa com a santidade, o viver separado do mundo ou o imitar Cristo. Aliás, é exatamente o contrário disso que é estimulado, sob a justificativa de que igualar-se ao mundo vai atrair os descrentes para a igreja (é por isso que os cultos neopentecostais são mais parecidos com shows (Veja Hb 12.28-29). Essa falta de preocupação com o viver cristão é substituída pela preocupação com o bem estar físico e financeiro e com a busca de experiências místicas, fortes emoções e entretenimento (veja Tg 4.9-10) como espetáculos musicais, shows e passeatas. (2 Co 6.14-15; Tg 4.4; 1 Jo 2.3-6)
Falta de compromisso com a igreja local. As reuniões neopentecostais são marcadas por um constante vai-e-vem de centenas e até milhares de pessoas. A cada dia o auditório muda. Não há membrezia. A maior parte dos freqüentadores não se conhece devido à grande rotatividade de gente que entra e sai. O pastor não tem um rebanho em que ele conhece cada uma das ovelhas, acompanha-as, disciplina-as quando necessário e se sente responsável por elas. Isso faz com que as igrejas neopentecostais se tornem o paraíso daqueles "crentes" que não dão certo em igreja nenhuma e que não querem ter compromisso com nada. (Hb 10.25; 1Jo 1.7).
Como Deus tem usado o movimento neopentecostal para atingir seus propósitos?
A criação de uma forte insatisfação nos convertidos verdadeiros. Como as igrejas neopentecostais não oferecem nada que realmente dê vigor espiritual, os verdadeiros convertidos dentro dessas igrejas, depois de algum tempo, começam a se sentir famintos de algo mais sólido e verdadeiro. Essa fome geralmente é acompanhada de comparações entre o que a Bíblia diz e o que os líderes falam, o que geralmente faz com que esses crentes comecem a ser desprezados e perseguidos. Diante disso tudo, tais pessoas se vêem forçadas a sair em busca de uma igreja séria. (Jo 10.2-5)
A oportunidade de purificação das igrejas genuínas. As igrejas neopentecostais têm oferecido tudo aquilo de que os falsos crentes gostam (paz com o mundo, superstições, promessas de prosperidade, falta de compromisso). Isso atrai para elas todo o "joio" que há nas igrejas bíblicas. Desse modo, tirando proveito das astúcias de Satanás, Deus tem trabalhado na edificação de uma igreja mais livre de lobos fantasiados de ovelha. (1 Jo 2.19).
FONTE - BEREIANOS
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