segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013


De maneira formal Eu Clesmer Kleiton Morais da Silva e minha família Luciana Carlos Gurgel, MoésioCarlos Morais e Jehan Carlos Morais. Venho aqui pedir meu desligamento do “Projeto Rumo ao Sertão” Pertencente a Marcos Severo do Amorim. Antes de falar meus motivos quero agradecer os quatro anos que passei no referido, anos de muitogozo, amizades e dependência total de Deus.
Agradeço a forma com que fui recebido pela diretoria, pelos irmãosdas igrejas que pastorei e pelas oportunidades que me foram proporcionadas durantes esses anos para falar do evangelho de Jesus Cristo.
Não posso deixar de citar a nossa contribuição na formação da base da igreja que existe hoje na cidade de Almino Afonso RN.Ondepastoreamos os remanescentes irmãos deixados pelo Missionário José Hélio dando continuidades e ampliando o numero de congregados, e formação de liderança daquela congregação (a Srª. Clenilda Morais, e Dona Elizabete Cavalcante), que mesmo sendo as duas novas convertidas, ficaram afrente do trabalho por meses até a chegada do Missionário Jean Abner.Sem mencionar o inicio de mudanças no quadro financeiro daquela congregação.
Atendendo as necessidades do Projeto, fomos deslocados paca a cidade de Martins RN, em fevereiro de 2011,deixando pra traz, minha casa, meu trabalho e uma pequena granja de bons rendimentos. Na referida cidade eu e minha família passamos por dificuldades financeiras ao chegarmos, fato este desprezado pelo Projeto(Digno è o trabalhador de seu salario lembra?).Porém Deus nos abriu uma porta de emprego e em poucos meses voltamos à normalidade financeira; Nossa contribuição á igreja de Martins no aspecto físico foram: Nos banheiros, instalação da parte hidráulica, pintura da porta principal e das janelas frontais. Adquirimos um excelente serviço de som com recursos próprios (não recurso da congregação mais pessoal), tendo em vista a necessidade de zelar pelo bem estar da minha família trabalhei em dois empregos durante esse tempo,visando não ser pesado ao Projeto, nem a Congregação local. Isto me impossibilitou da disponibilidade para dar tempo integral a igreja e as atividadespastorais.
Quero lembrar que durante este tempo tratamos de muitos problemas da alma da igreja doente. Com ministração de seminário da família duração de três dias, durante o dia todo, um encontro de mulheres. Um projeto de restauração(Campanha da amargura),Vigilas, culto matutino, e oração do meio dia.
No entanto, hoje temos 6 irmãos treinados para fazer qualquer atividade dentro da igreja ou trabalho fora como: Pregar, cantar e dirigir cultos, fazer visitas domésticos nos lares, atividade que eles faziam só, na minha ausência.
As razões pessoais que me levaram a deixar o projeto em três pontos Presbiterianos:
·         Falta de disciplina ao irmão que tem comportamento improprio,"penalizar membro de uma sociedade por quebrar leis que garantem o bem de todos [inclusive dele mesmo].A falta de punição quando erramos vai prejudicar no futuro dos meus filhos pequenos, que breve serão adolescentes, quando eles errarem eu quero que a igreja me ajude a puni-los. Não chegar pra mim e dizer: Isto é coisas de jovem! Deixe ele a vontade. E isso também faz alusão aos seu missionários que pecam e não tem um pastor para conversar ou para chamar-lhe a atenção, a menos que o mesmo desagrade um daqueles afilhados corruptos ai sim, é chamado atenção pelas sua tentativa de acerto para com a igreja do Senhor Jesus.

·         A politica de bajulamento– o Puxa-saco chamado!Não necessariamente se relaciona por interesses, mas tão somente pelo irresistível impulso de adular. Ser bajulador e bajular é um gosto inato de cada um.Eu estou fora!, Deus não me chamou para ser capacho servindo por bajulamento, ou como disse certa pessoa: “sou puxa saco para chegar onde eu quero”. O bajulador é condenado na Palavra como alguém sem amor e falso, pois usa da bajulação para tentar minimizar suas deficiências e conseguir seus objetivos.

·         Igreja não é empresa lucrativa.Quero vencer a tentação de lucrar com a fé das pessoas, pois não posso aceitar passivamente ser transformado em um cristão que veja o evangelho assim, nem posso também me calar diante de um Pseudomissionário que com linguagem torpe, sem ética, e com ensinamentos heréticos,fique a menosprezar-me com desdém  diante da congregação simplesmente por ver o respeito que conquistei diante da Igreja, e por ciúmes tentar denegrir minha imagem. E pergunto com que intuito?

Sem mencionar a humilhação que eu e vários missionários passávamos quando a sede deste referido Projeto era no carnaubal em que recebíamos em cheque e íamos passar horas numa fila de banco para sacar por um único motivo, não comprávamos no comercio da tesoureira da época isso era notório ate mesmo na forma de ser tratado nesse âmbito comercial

Conclusão

Por vezes fui exposto ao ridículo perante os liderados devido a promessas não cumpridas, vamos lembra-las:
Construção do templo em Almino Afonso-Não cumpriu.
CEPAC, em Almino Afonso-Não cumpriu
Centro de Inclusão Digital-Não cumpriu
Sem fazer menção das mentiras descaradas, sobre assuntos ate mesmo da Igreja diante de minha pessoa.
Prometeu me pagar um mês de férias mais outro até abrimos o trabalho em Frutuoso Gomes, tendo a promessa de lá conseguir um aumento salarial-Não cumpriu. Com o intuito de eu me dedicar integralmente aos trabalhos da igreja, como deveria ser.
Nem se quer teve a decência de vir conversar sobre o assunto, ou simplesmente demitir da empresa Rumo ao Sertão, esperou que eu fosse pedir demissão pois bem aqui estou eu redigindo minha demissão desse projeto fracassado pelas heresias ensinadas dentro de suas congregações. Heresias essas que ferem a Própria Igreja Presbiteriana do Brasil.

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